sexta-feira, 1 de março de 2013

Jovens no coração da Igreja


Conversamos anteriormente sobre o seguimento de Jesus. Para segui-lo, é preciso estar com Ele, descobrir suas atitudes, aprender o seu jeito de ser e testemunhá-lo com nossas ações. Hoje, vamos falar sobre os “Jovens no coração da Igreja”.
“Em diversos momentos da história, os Pastores da Igreja, amparados pela ação do Espírito Santo, ocuparam-se de maneira intensa com a evangelização da juventude”. Vamos destacar alguns pontos essenciais que ajudem na reflexão do tema “Fraternidade e Juventude.”
O primeiro ponto trata da “Juventude como lugar teológico”, lugar onde Deus se revela. O documento da CNBB sobre a “Evangelização da Juventude, diz: “a juventude mora no coração da Igreja”. Ao mesmo tempo, o Documento de Aparecida “convoca toda a juventude ao compromisso com a renovação da vida e do mundo à luz do projeto de Deus, pois ´os jovens têm capacidade para se opor às falsas ilusões e a todas as formas de violência´”.
Deus é “apaixonado pelo ser humano”: fez o homem e a mulher como “pessoas criativas”; é um “Deus comunicador, que se revela na história humana”; é Deus “salvador”, “presente e amigo”. E o jovem “é a voz de Deus e por isso precisa ser escutado”, pois nele, “se encontram as sementes do Verbo” (...) Entrar em contato com o ´divino´ da juventude é entender sua psicologia, sua biologia, sua sociologia e sua antropologia com o olhar da ciência de Deus” (CNBB, “Evangelização da Juventude”). Assim, entende-se que o jovem é “um ´lugar teológico´ privilegiado”, pois Deus nos fala através dele. Dessa forma, “inaugura-se uma nova perspectiva pastoral” que capta a “autenticidade da mensagem de Deus” vinda da juventude. Isso significa que a Igreja está “aberta ao novo” e ama o jovem por tudo o que ele representa para a ela. Deus se revela no rosto jovem.
Outro ponto importante nesta reflexão sobre a evangelização da juventude na Igreja é a “opção afetiva e efetiva pelos jovens”. A Igreja no Brasil tem uma riquíssima “herança evangelizadora” em relação a juventude. Eventos de todos os níveis, documentos importantes, mostram o grande valor da evangelização junto aos jovens. Mesmo assim, faz-se necessária uma “opção afetiva e efetiva de toda a Igreja pela juventude”(CNBB). Somente através desse compromisso afetivo e efetivo, poderemos ajudar os jovens em seu amadurecimento neste contexto de mudança de época. Precisamos nos aproximar da juventude e “Olhar o mundo com os olhos dos jovens sofredores”. A igreja fez uma opção preferencial pelos jovens e precisa “assumir como sua” esta tarefa, especialmente pelos jovens que são mais pobres e os que estão em “situação de risco”.
Gente, a Igreja entende que é preciso continuar fazendo esse compromisso, essa “opção afetiva e efetiva” pelos jovens porque, Deus também se revela através deles. A juventude é o rosto jovem de Deus.
Na próxima oportunidade, vamos continuar nossa reflexão sobre o tema “o jovem no coração da Igreja”, que você pode ler e se aprofundar no texto-base da CF 2013. Tenha um dia tranquilo e abençoado!

Ir. José Torres, CSsR.

(CF 2013 - Fraternidade e Juventude: Segunda Parte, “Jovens no coração da Igreja”, p. 65 - 69).

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CF 2013: Jovens Seguidores de Cristo


Durante estes dias da Quaresma estamos conversando sobre o conteúdo do texto-base da CF deste ano. Estamos na segunda parte do texto: já tratamos sobre os “jovens nas Sagradas Escrituras”, os “jovens na história da Igreja” e hoje vamos falar sobre os “jovens seguidores de Cristo” (p.61).
Para construir sua identidade, o jovem necessita de “referências relevantes”, de exemplos em que ele possa olhar, se espelhar e assumir posturas que o ajudem a ser mais humanizado . Nos Evangelhos também encontramos jovens que estão em busca dessas referências que empolgam, que motivam a construção da pessoa. No processo de evangelização, o desafio é ajudar os jovens a verem em Jesus esse modelo completo que constrói a pessoa feliz e realizada. Mas isso só será possível se houver a atitude de escuta, o desafio maior é “escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes”. E não se ouve a voz de Cristo sem que aconteça um “encontro real com Ele”, encontro fecundo que ajude a encontrar respostas “às buscas existenciais”, encontro que provoque entusiasmo, que desperte aspirações profundas, atraia, fascine o coração. “O discípulo é alguém apaixonado por Cristo”; o discípulo reconhece Jesus “como mestre que o conduz e acompanha”. Nesse processo de seguimento de Jesus, para compreender o sentido da vida na dimensão pessoal e coletiva, é necessário viver em comunidade e, nela, partilhar a vida, “ouvindo a palavra de Deus”, “testemunhando Jesus Cristo como aquele que partilha a vida, as angústias e esperanças de seu povo”.
Quando fazemos essa experiência de encontro fecundo com Jesus, tornamo-nos discípulos dele, quer dizer, “assumimos o projeto de Jesus Cristo como sendo também nosso modelo de projeto de vida”. E aí, fazemos uma grande e feliz descoberta: Jesus “viveu para amar”, “valorizou a vida, perdoo, acolheu, testemunhou, anunciou o amor do Pai e denunciou tudo aquilo que dizimava a vida.” Assim, entendemos claramente que Jesus nos ensina “uma nova maneira de ser e de estar no mundo”.
Então, meu amigo, se você vive no mundo como um jovem seguidor de Cristo, como jovem cristificado (que assume o jeito de viver de Jesus) quem vê você, enxerga em suas atitudes Jesus como caminho, como verdade e vida.
- Caminho de “felicidade plena”, que dá “rumo ao sentido de nossa existência”;
- Verdade, como Palavra verdadeira do Pai, que se encarnou; revelação de Deus; Verdade que ilumina,  verdade essa que nos ensina “a viver, a amar e a valorizar o que Deus ama e valoriza”;
- se você é seguidor de Jesus, as pessoas vêm em você a Vida de Jesus, vida que vence a morte e quer ofertar sua vida aos jovens para que vivam em plenitude, vida bem vivida.
O jovem só se torna discípulo quando se aproxima do Mestre, se apaixona pelo seu jeito de ser e viver e assume o seu projeto de vida, a sua missão. A Igreja necessita de “novas gerações de autênticos discípulos-missionários” que, “inspirados pelo Espírito, sejam capazes de assumir com alegria a missão de Jesus, irradiando sua mensagem e anunciando “aos outros a experiência que teve com Cristo”. O Papa Bento XVI diz que a missão dos jovens é “ser as sentinelas do amanhã que anunciam a chegada do sol, que é Cristo Ressuscitado”. O sentinela é aquele que não deixa o mal adentrar, que dá segurança a quem está do lado de dentro, que guarda a vida, que vigia. Ser “sentinela do amanhã” é estar sempre alerta, motivado, animado, esperançoso na espera da grande luz que traz um lindo amanhecer. E, quando o sentinela experimenta o calor do sol nascente que nos veio visitar, ele o anuncia a todos.
Pois bem amigos(as): “jovens seguidores de Cristo” foi o tema de hoje. Amanhã, vamos conversar sobre os “jovens no coração da Igreja”. Tenha um dia agradável na companhia de Nossa Senhora. Até amanhã!

Ir. José Torres, CSsR.

(CF 2013 - Fraternidade e Juventude: Segunda Parte, “Jovens seguidores de Cristo”, p. 61 - 65).

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CF 2013: Jovens na História da Igreja


No nosso último escrito, falamos sobre cinco grandes jovens missionários do Novo Testamento: João, Marcos, Paulo, Maria e Jesus. Nossa conversa de hoje será sobre o “Jovens na História da Igreja”.

Em qualquer comunidade ou paróquia, quando há uma “evangelização bem organizada” os jovens se empolgam e se motivam com a “pessoa e com o Projeto de Jesus Cristo”. Isso aconteceu com muitos jovens ao longo da história da Igreja, que se tornaram evangelizadores exemplares.
“A Igreja vive de testemunhas autênticas para a nova evangelização”. Muitos foram os homens e mulheres que abraçaram o Evangelho “com intensidade e graça na vida”. Vamos citar aqui, rapidamente, alguns desses evangelizadores que marcaram a história:
-     Santa Inês: (Itália) mártir, foi torturada por ser cristã e aos 13 anos foi “decapitada com uma espada”; Santa Inês “é considerada padroeira da pureza e da castidade”.
-     São Domingos Sávio (Itália): era um jovem “afável e sempre sereno e alegre, empenhou-se nos deveres de estudante e no serviço dos colegas, ensinando-lhes o Catecismo, assistindo os doentes, pacificando as brigas”. Faleceu aos 15 anos.
-     São Luiz Gonzaga (Itália): desde pequeno era muito religioso. Apesar da resistência da família, tornou-se jesuíta. Faleceu aos 25 anos, contagiado pela peste quando era estudante de Teologia. É venerado como padroeiro dos doentes de AIDS.
-     Beata Albertina Berkenbrock (Itália): é mártir brasileira, foi assassinada aos 12 anos “porque quis conservar a castidade”. “Foi uma menina que cultivou uma grande sensibilidade na sua relação com Deus e com o próximo”.
-     Beata Chiara Luce Badano (Itália): “Aos 10 anos viveu uma experiência forte de encontro com Deus, que mudou a sua vida e a de seus pais”. Aos 18 anos foi diagnosticada com um tumor ósseo e “viveu com valentia cada uma das etapas de sua dolorosa doença. Desde esse momento, decidiu viver o Evangelho com radicalidade, buscando amar todos aqueles que a rodeavam”.
-     Beata Laura Vicuña (Chile): aos 10 anos, recebeu sua primeira comunhão e, a partir desse momento, fez o propósito de amar a Deus com todas as forças. Desejava fazer Jesus conhecido e ofereceu sua vida pela conversão de sua mãe. Aos 12 anos faleceu vítima de grave enfermidade.
-     Beato José de Anchieta (Ilhas Canárias): veio ao Brasil aos 19 anos, trabalhou especialmente junto aos indígenas. Tornou-se sacerdote Jesuíta. É considerado “Apóstolo do Brasil”.
-     Beato Pier Giorgio Frassatti (Itália): nasceu com deficiência respiratória “e por isso foi imediatamente batizado”. Sua vida foi marcada pelo amor aos pobres e humilhados, “vendo neles o próprio Cristo”.
-           Beato Zeferino Namuncurá (Argentina): indígena, estudou em Buenos Aires e tornou-se salesiano piedoso e caridoso, no cotidiano. “Com saúde frágil, faleceu de tuberculose aos 19 anos”.
Esses são alguns exemplos de jovens que tiveram uma atitude audaciosa diante do evangelho e se tornaram pessoas notáveis na história da Igreja. Alguns não são muito conhecidos. Mas com certeza nos dias de hoje podemos encontrar muita gente santa e corajosa que assume pra valer sua vocação missionária. É isso aí, a história jovem da Igreja continua sendo escrita. Você está empolgado, motivado com os trabalhos de evangelização de sua Paróquia? E você, o que está escrevendo nessa história? Como vai a utilização do seu vigor juvenil, os seus sonhos, a sua fé a serviço a evangelização? Qual a sua contribuição como jovem para a história da Igreja? Pense nisso!
Na próxima oportunidade, vamos continuar nossa conversa sobre o a necessidade de fazer a experiência de Jesus para poder segui-lo. Que Deus escreva com você a história do seu dia de hoje!
Ir. José Torres, CSsR.

(CF 2013 - Fraternidade e Juventude: Segunda Parte, “Jovens na história da Igreja”, p. 58 - 61).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

CF 2013: O Jovem nas Sagradas Escrituras: Novo Testamento


Já começamos a segunda parte do Texto-base da CF. Nele, o primeiro ponto, trata da juventude nas Sagradas Escrituras. Então conversamos rapidamente sobre os jovens do AT que foram chamados por Deus para assumirem sua vocação de missionários. Hoje, vamos para o NT buscar as atitudes do jovem chamado Jesus, da jovem Maria de Nazaré e de três outros rapazes chamados João, Marcos e Paulo.
Comecemos conversando sobre o jovem Jesus, que “instaura o Novo Reino”. Pela encarnação de Jesus, Deus se revela, Ele é “o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem”. Ele amadureceu em todas as dimensões humanas, em “estatura” (o crescimento do seu potencial físico), “sabedoria” (através das Escrituras, dos ensinamentos dos seus pais e mestres) e “Graça” (“diante de Deus” na fidelidade ao Pai, “diante dos homens”, no conceito que as pessoas tinham dele). Nesse sentido, é bom lembrar que na cultura de hoje, há uma preocupação muito grande em relação ao desenvolvimento do corpo, “sem atingir um desenvolvimento mais amplo e pleno”, sem a busca do crescimento nas outras dimensões. E, para assumir o seu protagonismo, o jovem necessita “refletir sobre as condições favoráveis” para o seu desenvolvimento.
Em sua tarefa evangelizadora, Jesus encontra-se com vários jovens de sua época. Ele “apresenta a novidade que vai modificando a realidade ao seu redor” e com suas atitudes, nos ensina que: os rituais não são mais importantes, não estão acima do homem; que a mulher deve ser tratada com dignidade e tem um papel importante na evangelização; que aqueles que são considerados sem importância (crianças), pecadores (Zaqueu), estrangeiros, excluídos e discriminados, todos são acolhidos no Reino de Deus; Jesus nos ensina que “o homem é o centro de tudo”.

Jesus apresentava uma novidade, um projeto jovial, e o que tornava jovem o projeto de Jesus era a “renovação radical da relação com Deus e com os irmãos”. O “seu jeito de ser e de viver, revela e inaugura o Reino” de que ele tanto falava. Assim, Jesus é o modelo a ser seguido. Nele vemos atitudes que precisamos assumir nos dias de hoje, como: a comunhão com o Deus-Trindade, autenticidade e coerência, a misericórdia, o acolhimento, “capacidade de perdoar”, dialogar, amar, transformar “o que é velho em novo”. Mas, a grande novidade de Jesus é a “radicalidade do mandamento do amor”, o amor sem reservas, amar sem medo, ser movido pelo amor.

No NT, também encontramos uma jovem chamada Maria. Com sua “presença educativa” respondeu ao chamado de Deus com “fé, obediência, coragem e liderança”. Essa postura transformou a “vida e a história da humanidade”. Ela é a “Mãe, perfeita discípula e pedagoga da evangelização da juventude”, “exemplo de missionária, de amiga, de sensibilidade social e pessoal”. Mas Maria é principalmente “modelo de seguimento de Jesus”, pela sua “escuta amorosa e atenta”, por sua adesão e fidelidade a vontade do Pai.

O NT também nos apresenta três jovens evangelistas: os discípulos João, Marcos e Paulo. São João era confidente de Jesus, “foi o único discípulo que acompanhou Jesus até a cruz e testemunhou a sua morte”; ele é “modelo de seguimento de Jesus e exemplo de coragem” para nós. Marcos teve coragem de assumir a fé, mesmo diante das perseguições. Não era um dos apóstolos mas, “foi o primeiro evangelista, segundo os estudiosos”. São Paulo era perseguidor da Igreja, mas converteu-se depois, “tornando-se Apóstolo, testemunha do Ressuscitado”; é exemplo de amor a Igreja, ousado na missão e corajoso para abrir caminhos na difusão do Evangelho.

Na próxima oportunidade, vamos dar continuidade a segunda parte do texto-base da CF. Iremos conversar sobre os jovens na história da Igreja. Sinta hoje o carinho do coração de Deus!

Ir. José Torres, CSsR.

(CF 2013 - Fraternidade e Juventude: Segunda Parte: O Jovem nas Sagradas Escrituras: Novo Testamento; p. 52 - 58).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CF 2013: Jovens nas Sagradas Escrituras (Antigo Testamento)


No nossa última reflexão, falamos sobre o que é ser jovem protagonista. Com isso nós finalizamos a primeira parte do texto-base da CF. E hoje vamos começar a segunda parte que tem como centro o lema “eis-me aqui, envia-me”. O primeiro ponto fala, sobre “os jovens à luz das Sagradas Escrituras”.
Na Bíblia há muitos testemunhos de jovens em quem Deus confiou e que assumiram sua vocação de missionários. Vamos ver agora no AT, alguns exemplos de jovens destemidos que responderam afirmativamente ao chamado de Deus, dizendo “eis-me aqui, envia-me”. Apesar de suas “limitações pessoais”, eles “foram capazes de ser fiéis à Palavra de Deus, de enfrentar as dificuldades e circunstâncias de seu tempo - como as injustiças sofridas por seu povo - e se tornarem grandes porta-vozes da vontade de Deus”. E você pode ler em sua Bíblia, cada uma dessas histórias. Vamos ver, resumidamente, algumas atitudes importantes de cada um desses personagens bíblicos. Mas seria bom que você se perguntasse: com qual desses personagens bíblicos eu me pareço? Quais as atitudes que ainda me faltam?
-Rebeca (Gênesis, Gn 24): aceitou, com firmeza, cassar-se com Isac, deixou sua família para ir para terras estranhas;
-José do Egito (Gn 41, 1-57): por ciúme e inveja de seus irmãos, foi vendido. Deus age resgatando-o e lhe dá discernimento, que ajuda o seu país a salvar-se da fome. Foi um Jovem conciliador, assumiu um "papel social em seu tempo". “Resistindo a tentativa de sedução da mulher de Putifar, ele é também exemplo de jovem que vive a castidade e se opõe à banalização da sexualidade e do amor”;
-Samuel (1Sm, 3): é um exemplo de jovem que, depois de discernir a vontade de Deus, “assume uma vocação religiosa”, e torna-se um “líder religioso em um momento muito difícil;
-Davi (1Sm,16-17): escolhido como rei de Israel, enfrentou Golias com “inteligência, vontade e coragem”;
-Salomão (1Rs 3,4-28): pediu sabedoria de Deus para governar bem o seu povo e Deus e Deus o ouviu;
-Sete jovens irmãos (2 Mc7,1-42): foram convictos e fiéis a lei de Deus, apesar das “adulações, violências, torturas” que sofreram. Foram martirizados, demonstrando “fidelidade e idealismo” juvenis, “verdadeiros testemunhos de pessoas que não temem os desafios”;
-Ester (Est 8-9): bela e atraente, encantou o rei, que casa-se com ela. Sua postura foi de liderança política, intervindo para salvar seu povo”;
-Daniel (Dn 13, 45-61): “intervém de forma corajosa em favor de Susana inocente, provocando nossos jovens a assumirem seu papel de “Sentinelas do amanhã”;
-Ezequiel (Ez 16, 1-63): assumindo sua vocação profética, ensina que a aliança de Deus é maior que a “infidelidade do povo”;
-Isaías (Is 6): em um momento difícil do povo de Israel, Deus o convida para ser profeta e sua resposta é: “eis-me aqui, envia-me”. Em Israel havia “luxo, cobiça e injustiças”, “culto vazio e alienado”. Deus confia e aposta em Isaías.
Qual desses jovens do AT lhe encanta mais? Você vai poder responder melhor a essas perguntas se você tirar uma horinha para rezar e ler a história de cada um deles. Com certeza, você terá uma grata surpresa que vai iluminar muitos espaços da sua vida, do seu coração.
Em nosso próximo encontro, vamos buscar no Novo Testamento exemplos e atitudes iluminadoras de jovens como Maria, Zaqueu, e tantos outros jovens. Deus acompanhe cada passo do seu dia de hoje!
Ir. José Torres, CSsR.

(CF 2013 - Fraternidade e Juventude: Primeira Parte, “Jovens nas Sagradas Escrituras”, p. 48-52)